27/06/14

Apanhados a ler- Ana Margarida Dias, 9.º C - Custoias


A Ilha na rua dos pássaros

Escolhi este livro, uma vez que me foi recomendado como sendo bastante apropriado para o projeto Li, Gostei e Recomendo.
A ilha na rua dos pássaros é uma narrativa com um vocabulário acessível e de fácil compreensão. O protagonista é Alex, um menino judeu que, após o seu pai ter sido recrutado para um destino desconhecido, se esconde num edifício situado na rua dos pássaros. Ao longo de 6 meses, a personagem tenta sobreviver procurando comida, construindo esconderijos, refugiando-se de bombardeamentos e ajudando outros judeus.
Foram várias as razões que me fizeram apreciar esta obra. Inicialmente, o facto desta se centrar nas dificuldades da 2ª guerra mundial, como também, nos horrores e no pânico vivido pela povoação judia como podemos ver na expressão “Nunca antes me ocorrera que andar livremente nas ruas fosse um privilégio especial”.
Em segundo lugar, a coragem, valentia e maturidade do protagonista de apenas 11 anos faz-nos pensar como agiríamos perante esta situação, pois este refere “Não me importava nada de nascer depois de tudo isto ter acabado”. Por último, o final da história transmite-nos também uma lição de vida para que nunca desistamos dos nossos sonhos já que estes, mais tarde ou mais cedo, tornar-se-ão reais.
Em suma, recomendo a leitura deste livro que nos deixa como mensagem principal que “Matar um ser humano é o pior de todos os crimes, embora infelizmente se tenha tornado vulgar nos dias que correm”.     


                                                                                      Ana Margarida Dias, n.º 2 , 9º C 

21/06/14

Hoje é a noite mais curta

Hoje a noite é mais curta. Vamos curtir o dia!

Vinte e um de junho é o dia do solstício de junho, que marca o início do verão no hemisfério norte e o começo do inverno no hemisfério sul. No hemisfério norte, este é o dia mais longo do ano e, consequentemente, a noite mais curta. No hemisfério sul, sucede exatamente o contrário.
O termo “solstício” deriva do Latim e é formado por duas palavras: “Sol” e “sistere” [algo que não se move]. Numa análise a esta formação de palavras pode dizer-se que “solstício” quer dizer “sol que não se mexe”, ou “sol parado”, uma vez que quem o observa tem a sensação de que está a olhar para algo que não se move, durante um lapso de tempo, quer ao nascer, quer ao pôr do Sol. Há, portanto, dois solstícios por ano, que estão associados a duas mudanças de estação: verão e inverno.